A quimera

A quimera
Minha última quimera!

sexta-feira, 25 de maio de 2012

Como é ruim, não poder dizer que o que viu é belo, que aquela foto é de uma beleza poética, fazer comentários sobre seus discos, seus livros, dar parabéns por seu novo emprego, perguntar onde foi aquela foto bonita, dizer bom dia, boa noite, como vai você?!!

PS: preciso de mim...

terça-feira, 1 de maio de 2012

A insustentável leveza do ser – Milan Kundera


“Desta vez, porém, adormeceu ao lado dela. De manhã, ao acordar, constatou que Tereza, ainda a dormir, lhe agarrava na mão.
Teriam dormido toda a noite de mão dada? Custava-lhe a acreditar.
Com uma respiração muito funda, Tereza continuava a dormir, sempre agarrada à sua mão (com tanta força que não conseguia desprender-se). Ao lado da cama, a pesadíssima mala.
  Não se atrevia a tirar a mão com medo de acordá-la. Com mil cautelas, voltou-se de lado para poder observá-la melhor.
  Mais uma vez, pensou que Tereza era uma criança que alguém pusera numa cesta untada com pez e abandonara às águas do rio.

... Tomas ainda não sabia que as metáforas são uma coisa perigosa.  Com as metáforas não se brinca. O amor pode nascer de uma única metáfora.”

(A insustentável leveza do ser – Milan Kundera)
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