A quimera

A quimera
Minha última quimera!

terça-feira, 7 de junho de 2011

[...]

Ao som do Elliott Smith, e pequenas nuvens nos olhos [...], a batida no violão se compara com a do coração - amorfo - pensando em escrever um poema que não acople em nada a seu respeito, e nada que respira por fotossíntese lhe dá atenção, a não ser uma frase de resposta de um velho sábio e sem tempo pra ela, - no que ela achava que seria o começo de uma discussão sobre  a maneira de dizer certas coisas e quem as diriam... vai mofar por mais tempo, ou tomar remédio pra dormir e pedir pros anjos do sono que fizessem com que ela acordasse mais cedo no outro dia, não que ela tenha mudado de ideia quanto a sua preferência em "dormir mais do que permanecer acordada", mas isso não impede de que ela mofe, engraçado (e nada cômico) como ela sabe do que é predestinada, será que todos que sabem disso lutam contra? pode ser que eles acham que sabem o que de fato é verdade, mas no seu intimo ignoram seu destino mofo e vão, igual a mariposas loucas atrás de uma lâmpada... a inspiração cai, ela tarda, e vai perdendo isso.... agora é questão de tempo, ta acabando... poxa... é foda!!!

Muito simples.... mãos geladas por causa do tempo, e a certeza de que em pouco tempo tudo se perde, de novo...ela tem de entender o que eu arrisco aqui em dizer: o problema é com você minha cara, se você calcula tudo, e se a conta não for exata? ela emenda o que seria o final e fica disposto no meio, tem palavras que eu gosto, mas mudo de ideia, por que nada é suficiente, ai quem me ouve acha que é tudo...putz... ela vai dizer que foi péssima ideia minha dizer isso, que conselhos não se dão, por que sempre precisamos mais deles do que os outros - o inferno são os outros - é, ela tem que aprender ser maliciosa com as pessoas que ela julga tão estúpidas... tanto que ela adora os loucos e bêbados, mas não os bêbados estúpidos, esses elas não tem paciência, ela gosta dos bêbados loucos, ela se identifica, e bebe sempre com eles, ou com sua melhor companhia... ela mesma, bêbada e louca de tanto lucidez desvairada... ainda está ouvindo  Elliott Smith (Say yes), e nada aconteceu ainda, só a parte de perder o que tava quase começando...e as nuvens nos olhos pesam e as batidas do violão...

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